Cocaine cowboys ukraine
language: enlgish
translated: spanish
translated: portuguese
how latin american fighters are exploited in ukraine’s international units.
cómo se explota a los combatientes latinoamericanos en la legión internacional y la brigada azov de ucrania
como combatentes latino-americanos estão sendo explorados pela legião internacional e brigada azov na ucrânia
translation of article written below the english text.

By 2025, the ideological landscape of Ukraine’s foreign volunteer battalions has morphed from a chaotic patchwork into something far more organized—and far more disturbing. While international attention has often focused on the heroism of Ukraine’s resistance or the brutality of Russian forces, a hidden war is being waged behind the scenes. One marked not by flags or frontlines, but by racial exploitation, neo-Nazi ideology, and transnational criminal infiltration.
This investigation—rooted in firsthand testimony, leaked documents, and protected communications with sources inside Ukraine—uncovers the systemic use of Latin American fighters as expendable assets by the Azov Brigade and the Ukrainian International Legion. Colombian, Peruvian, and Brazilian volunteers are disproportionately sent into suicide-style missions with little support, outdated equipment, and no promise of the compensation or residency they were promised.
Behind this lies a brutal racial hierarchy embedded deep in the chain of command. Foreign fighters from South America and Africa are segregated, denied leadership opportunities, and subjected to ideological indoctrination under the guise of training. Their lives are treated as cheap currency in a war effort increasingly driven by propaganda optics and geopolitical alliances.
But the story doesn’t stop at military exploitation.
The war in Ukraine has also become a new front in globalized organized crime. Cartel operatives—some with prior charges—are being funneled into Ukraine through PMC networks, using the war as a cover to establish drug trafficking corridors into Europe. Using the same logistics chains that move weapons and volunteers, cocaine and other illicit materials are now flowing into Eastern Europe, co-opted by factions within Azov-aligned battalions and private military contractors.
This investigation explores how narco-traffickers and extremists are operating side-by-side, facilitated by institutional silence and corruption. It reveals how Ukrainian customs authorities have allowed seized narcotics to vanish without accountability, how military-linked donation drives function as money laundering pipelines, and how encrypted communications between cartel-linked fighters and Ukrainian intermediaries confirm the strategic exploitation of the warzone for criminal gain.
Western media and governments have, by and large, ignored this story. Their reluctance to scrutinize Ukraine’s internal practices is understandable in the context of a broader geopolitical struggle—but the cost is clear: the dehumanization and weaponization of Latin American lives in a conflict that increasingly benefits from looking like a moral crusade while functioning like a cartel-friendly marketplace.
Drawing direct comparisons to historical paramilitary arrangements in Colombia and the US-backed Contras in Nicaragua, this investigation highlights how ideology, profit, and violence once again coalesce into a volatile mix—this time on Europe’s eastern edge.
If you’re a foreign fighter, especially from Latin America, or someone considering joining the war under the illusion of justice, glory, or financial gain, this report is a warning. You are not being recruited for your values or your skills. You are being recruited because you are expendable.
Spanish
Vaqueros de Cocaína Ucrania: Cómo se explota a los combatientes latinoamericanos en la Legión Internacional y la Brigada Azov de Ucrania
Por Kian Tveitan
Para 2025, el panorama ideológico de los batallones de voluntarios extranjeros en Ucrania ha evolucionado de un caos descentralizado a algo mucho más organizado—y mucho más alarmante. Mientras la atención internacional se enfoca en el heroísmo ucraniano o la brutalidad rusa, se libra una guerra oculta en las sombras. Una marcada no por banderas o frentes, sino por explotación racial, ideología neo-nazi e infiltración del crimen organizado transnacional.
Esta investigación—basada en testimonios directos, documentos filtrados y comunicaciones protegidas con fuentes dentro de Ucrania—revela el uso sistemático de combatientes latinoamericanos como activos desechables por parte de la Brigada Azov y la Legión Internacional. Voluntarios colombianos, peruanos y brasileños son enviados desproporcionadamente a misiones suicidas sin apoyo, con equipo obsoleto y sin garantía de la residencia o compensación prometida.
Detrás de esto existe una jerarquía racial profundamente arraigada en la cadena de mando. Los combatientes extranjeros de América Latina y África son segregados, excluidos de los liderazgos y sometidos a adoctrinamiento ideológico disfrazado de entrenamiento. Sus vidas se tratan como moneda barata en una guerra impulsada por propaganda y alianzas geopolíticas.
Pero la historia no termina ahí.
La guerra en Ucrania también se ha convertido en un nuevo frente del crimen organizado global. Operativos de cárteles—algunos con antecedentes penales—están siendo canalizados hacia Ucrania a través de redes de empresas militares privadas, utilizando el conflicto como cobertura para establecer corredores de narcotráfico hacia Europa. Las mismas cadenas logísticas que transportan armas y voluntarios ahora mueven cocaína y otras drogas, cooptadas por facciones afiliadas a Azov y contratistas militares.
Esta investigación revela cómo narcotraficantes y extremistas operan juntos, facilitados por el silencio institucional y la corrupción. Muestra cómo las autoridades ucranianas permiten la desaparición de cargamentos incautados, cómo las campañas de donaciones funcionan como lavadoras de dinero, y cómo las comunicaciones cifradas entre combatientes vinculados a cárteles e intermediarios ucranianos confirman la explotación estratégica del conflicto.
Occidente guarda silencio. La negativa a criticar prácticas internas en Ucrania puede entenderse dentro de una lucha geopolítica más amplia—pero el precio es claro: la deshumanización y utilización de vidas latinoamericanas en una guerra que parece moral, pero que funciona como un mercado negro.
Si eres combatiente extranjero, especialmente latinoamericano, o estás considerando unirte a la guerra por motivos ideológicos, de justicia o de dinero, esta investigación es una advertencia.
No te reclutan por tus valores ni por tu habilidad. Te reclutan porque eres desechable.
Portuguese
Cocaína Cowboys Ucrânia: Como combatentes latino-americanos estão sendo explorados pela Legião Internacional e Brigada Azov na Ucrânia
Por Kian Tveitan
Em 2025, a paisagem ideológica dos batalhões estrangeiros voluntários da Ucrânia evoluiu de uma estrutura desorganizada para algo muito mais coordenado—e perigosamente extremo. Enquanto a mídia internacional destaca o heroísmo ucraniano ou a brutalidade russa, uma guerra paralela e invisível está sendo travada. Uma guerra marcada não por bandeiras ou fronteiras, mas por exploração racial, ideologia neonazista e infiltração do crime organizado transnacional.
Esta investigação—baseada em testemunhos diretos, documentos vazados e comunicações protegidas com fontes dentro da Ucrânia—revela o uso sistemático de combatentes latino-americanos como peças descartáveis pela Brigada Azov e pela Legião Internacional. Voluntários colombianos, peruanos e brasileiros são enviados desproporcionalmente para missões suicidas, sem apoio, com equipamentos obsoletos e promessas não cumpridas de residência ou pagamento.
Por trás disso há uma hierarquia racial profundamente institucionalizada na cadeia de comando. Combatentes da América Latina e da África são segregados, impedidos de liderar e submetidos a doutrinação ideológica sob o pretexto de treinamento. Suas vidas são tratadas como descartáveis em uma guerra que se tornou uma vitrine de propaganda e conveniência geopolítica.
Mas a história vai além do campo de batalha.
A guerra na Ucrânia também se tornou uma nova frente para o crime organizado global. Operativos de cartéis—alguns com antecedentes criminais—estão sendo levados à Ucrânia por meio de empresas militares privadas, usando o conflito como cobertura para estabelecer rotas de narcotráfico para a Europa. As mesmas cadeias logísticas que transportam armas e voluntários agora são usadas para movimentar cocaína e outros entorpecentes, cooptadas por facções ligadas ao Azov e empresas militares privadas.
Esta investigação expõe como traficantes e extremistas operam lado a lado, protegidos por silêncio institucional e corrupção. Mostra como autoridades ucranianas permitem o desaparecimento de drogas apreendidas, como campanhas de doações funcionam como lavagem de dinheiro, e como comunicações criptografadas entre combatentes ligados a cartéis e intermediários ucranianos confirmam essa aliança suja.
Governos e mídias ocidentais permanecem calados. A recusa em criticar práticas internas ucranianas pode parecer estratégica, mas custa caro: a desumanização de combatentes latino-americanos numa guerra que finge defender a liberdade, mas serve ao lucro e à manipulação.
Se você é latino-americano e pensa em se juntar à guerra, por dinheiro, ideologia ou promessas de asilo, esta investigação serve como alerta:
Você não está sendo recrutado pelos seus valores. Você está sendo recrutado porque é descartável.
